Passo 1 de 6 · O diagnóstico
Consultoria de marketing B2B
Diagnóstico e plano de marketing construídos a partir do dado de venda real da empresa, priorizado pelo que dói primeiro, não pelo que é mais fácil de vender.
O problema
Onde dói hoje.
Diretoria de indústria aprova orçamento de marketing e, no trimestre seguinte, pergunta quantos daqueles leads viraram pedido. Quando o dado está espalhado entre CRM, planilha do comercial e memória de quem atende o telefone, ninguém responde com número.
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Dado espalhado
CRM, planilha do comercial e memória de quem atende o telefone. Ninguém responde com número quando a diretoria pergunta quantos leads viraram pedido.
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Estimativa vira corte de verba
Sem número real, a resposta vira estimativa — e a estimativa vira argumento para cortar o orçamento no ano seguinte.
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Ação desconectada
Verba e time sem ninguém olhando o funil inteiro viram um pouco de rede social, um pouco de tráfego, um site que ninguém atualiza.
Como trabalhamos
Em etapas, não num pacote fechado.
- 01
Diagnóstico pelo dado de venda
Quantos leads chegaram, quantos viraram oportunidade, quantos fecharam, em quanto tempo — o ponto de partida, mesmo quando o dado está só numa planilha.
- 02
Prioridade pelo que dói primeiro
O plano resolve o gargalo específico — funil sem qualificação, site sem catálogo, perfil sem atualização — antes de discutir expansão de verba.
- 03
Acompanhamento que ajusta rota
Revisão periódica olhando o funil. Se o plano original não funcionar na prática, ele muda.
- 04
Capacitação do time interno
O que não depende de terceiro fica com quem já está na empresa, sustentando o resultado depois que o acompanhamento periódico termina.
Quantos desses números a diretoria consegue explicar hoje, sem abrir uma planilha?
Entregáveis
O que entra.
- Diagnóstico com acesso a dado de venda, não só a métrica de mídia
- Plano de ação priorizado por onde a dor aparece primeiro
- Acompanhamento periódico com ajuste de rota, não relatório engavetado
- Capacitação do time interno para sustentar o que não depende de terceiro
Honestidade
O que não fazemos.
- Não cruzamos dado de setor sem checar se o número faz sentido para o porte e o ciclo de venda do cliente — nada de calendário reciclado de outro cliente do mesmo setor.
- Diagnóstico sem acesso ao dado de venda vira opinião sem prioridade definida.
- Reunião mensal sem pauta amarrada ao funil não precisa acontecer.
Perguntas
Antes de perguntar.
Por onde começa o diagnóstico?
Pelo dado de venda, não pela métrica de mídia: quantos leads chegaram, quantos viraram oportunidade, quantos fecharam, em quanto tempo — mesmo que esse dado esteja só numa planilha.
E se a empresa achar que só falta verba?
É a frase mais repetida na primeira reunião. Checada contra o dado real de venda, aparece funil sem qualificação ou site que não gerou orçamento com mais frequência do que falta de investimento.
O plano muda depois de definido?
Sim. O acompanhamento é periódico e serve para ajustar rota — o compromisso é com o resultado no funil, não com a execução exata do que foi combinado seis meses atrás.
Vocês usam benchmark do setor no diagnóstico?
Só depois de checar se aquele número faz sentido para o porte e o ciclo de venda do cliente. Não reciclamos plano de outro cliente do mesmo setor trocando o nome no cabeçalho.
Próximo passo
Vamos falar sobre o seu caso.
Conta o que está travando o comercial. A gente responde se consegue ajudar — e se não conseguir, diz isso também.